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Conheça os Custos de Investir no Mercado de Ações

O mercado de ações pode trazer lucros consideráveis para as pessoas que decidem fazer investimentos. Não é à toa que tanta gente tem se interessado pelo tema nos últimos anos.

No entanto, nem tudo vem de graça: para investir, é preciso estar ciente que existem taxas e impostos que podem aparecer na hora de alocar o seu capital. 

Contudo, algumas delas podem ser evitadas. Por isso, é fundamental saber quais são os custos associados ao investimento no mercado acionário para evitar perder muito dinheiro.

Continue lendo e veja os principais custos para investir no mercado de ações!

1. Taxa de Corretagem

A taxa de corretagem consiste no valor pago à corretora para comprar e vender seus ativos de renda variável.

Esse tipo de taxa pode ter um custo fixo (ou seja, o mesmo valor é cobrado independentemente do volume da ordem) ou um custo proporcional ao valor investido.

No entanto, com o desenvolvimento do mercado brasileiro, esse tipo de taxa tem se tornado cada vez mais rara, pois muitas corretoras já estão zerando suas taxas de corretagem.

Além disso, as que continuam cobrando preferem cobrar um valor fixo, fazendo com que investidores com muito capital não percam uma porção relevante de seus investimentos em taxas.

2. Taxa de Custódia

Já a taxa de custódia é o valor cobrado pela corretora para manter os seus ativos na sua carteira de investimentos.

Essa é outra taxa que vem entrando em desuso por conta do desenvolvimento do mercado de ações, sendo cada vez menos comum sua aplicação.

3. Emolumentos

Os emolumentos são taxas pagas à bolsa brasileira (a B3) pela negociação e liquidação de ativos financeiros no ambiente do mercado de ações.

De fato essas taxas são inevitáveis, pois são cobradas pela própria bolsa de valores e possuem valor fixo.

No entanto, a boa notícia é que os emolumentos são custos extremamente baixos e não chegam a prejudicar de forma significante o investidor.

De forma geral, a cobrança padrão de emolumentos é de 0,003020% da negociação, podendo chegar a valores ainda mais baixos dependendo do volume negociado.

Por exemplo: se você acabou de negociar R$ 1.000,00 em ações, o pagamento de emolumentos fica no valor de R$0,0302, feito automaticamente.

💡 Leia também: Como investir com pouco dinheiro?

4. Taxa de Administração

Para o investidor que deseja investir diretamente em ações através do método do stock picking (seleção individual de ações), não é preciso se preocupar com essa taxa.

No entanto, para aquele investidor que prefere investir em fundos, é preciso estar atento à cobrança da taxa de administração.

Isso é válido para:

  • fundos imobiliários;
  • fundos multimercado;
  • fundos de ações;
  • ETFs;
  • e outros tipos.

Essa taxa é cobrada pela gestão dos seus ativos e pode ser de menos de 1% até valores muito altos, como 4%. Por isso, o ideal é procurar por fundos com baixa taxa de administração.

5. Taxa de Performance

A taxa de performance é cobrada para fundos que têm como referência algum índice do mercado acionário. Dessa forma, quando o fundo de investimentos supera seu benchmark, ele cobra uma porcentagem em cima do valor que excedeu o índice.

Por exemplo: um fundo de ações tem como benchmark o índice Ibovespa. Assim, se o Ibovespa tiver valorizado 10% em determinado ano e o fundo tenha valorizado 15%, é cobrada uma taxa de performance em cima dos 5% excedentes.

Essas taxas de performance podem variar, mas costumam ficar entre 10 a 20% sobre o lucro.

Vale notar que elas são cobradas apenas se o fundo superar seu benchmark.

Alguns benchmarks tidos como referência são:

  • Ibovespa (mercado de ações brasileiro);
  • IFIX (mercado de fundos imobiliários);
  • S&P 500 (mercado de ações dos EUA);
  • entre outros.

6. Imposto de Renda

Caso o investidor decida vender seus ativos, ele precisará pagar um imposto de renda sobre esses valores.

Para operações de day-trade (ou seja, ocorridas no mesmo dia), a taxa cobrada fica em 20%.

Já para operações de swing trade (que demoram mais de um dia), o valor é reduzido para 15%.

No caso do swing trade, ações brasileiras têm uma isenção deste imposto para vendas até R$ 20 mil no mesmo mês. Ações no exterior têm um limite ainda maior: R$ 35 mil.

No entanto, para quem investe em fundos, sejam imobiliários, de ações, ETFs ou outros, não possui esse tipo de isenção independentemente do valor.

💡 Leia também: 5 passos para controlar o orçamento e começar a investir

Conteúdo atualizado em

Lucas Vieira

Por Lucas Vieira

Analista de conteúdos financeiros da Melhor Plano, Lucas gosta de estudar sobre cartões de crédito, contas bancárias e mais do mundo financeiro para te ajudar a fazer a melhor escolha.

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